Saraiva marcou hoje o golo do campeonato.
Mas isto foi apenas o fim de uma noite em que tudo nos correu bastante bem, contra uma equipa que até agora tinha estado imbatível no Campeonato.
AEIST 33 - ISCPSI 14
Começámos o jogo logo com três elementos novos na equipa:
- o experiente e de alta qualidade André Vilhena na baliza

- o imponente Rafael Maia (Tatá) a dar estatura à zona central e lateral

- e a nova descoberta da equipa, um poço de irreverência, juventude, alguma fúria saudável e talento comunicativo...
David Pinto!
Bem vindos!
Conseguimos apresentar uma equipa bastante concretizadora, e ainda por cima capaz de dar porrada de forma elegante e efectiva, ou seja, formando um colectivo eficaz a defender, destruindo elegantemente as iniciativas atacantes dos nossos adversários.
Ainda assim, estes conseguiram tornar o jogo complicado nos momentos iniciais. No entanto, após afinar a estratégia de anulação do adversário, a equipa do Instituto Superior Técnico logrou obter uma vantagem confortável (4-4 aos 10 minutos, 10-4 aos 20 minutos), alicercada na tal defesa dura e com Vilhena no último reduto, e num ataque com um bom índice de concretização.
Na segunda parte, que começou com um confortável 16-6 no marcador, pudemos trocar praticamente toda a equipa - faltou-nos Pedro "Bonitão" Carrelha - mas quem pensasse que a qualidade de jogo tenderia a decrescer, ou que se fossem baixar os níveis de concentração, estava muito enganado.
A equipa continuou a imprimir um ritmo que os nossos adversários não conseguiam acompanhar. Andrade, na baliza, deu seguimento às exibições de alto nível que tem vindo a fazer, mas agora, espicaçado talvez pela concorrência, defendeu muito bem e com muitas partes do corpo. Amaral foi um lobo nas recuperações defensivas, Paleta deu um belo ponta, o aniversariante Calisto honrou hoje muito bem o histórico 5, efectuando uma boa exibição em termos de concretização (apesar de por vezes ter "batido palmas" antes do tempo), Toureiro voltou a ser Matador, Miguel deu um excelente seguimento ao trabalho do grande Cruz (também matador) na 1ª parte. O treinador borrava-se todo no banco (que cheiro horrível, Mister), enquanto arranjava maneira, a meias com o velho barão Manel (que hoje, reflectindo, chegou à conclusão que é o Magala deste ano - onde andas Magala?) e com o velho Cruz, de provocar João Fernandes, vulgo Saraiva. A forma arranjada foi pedir-lhe que aparvalhasse, desta vez de forma menos espontânea do que o habitual - até porque hoje a criatividade não estaria em alta, uam vez que a manobra preferida foi apenas amedrontar guarda-redes policiais com remates-bala. O pedido do treinador foi: um golo em pirueta a partir dos 9 metros.
Momentos após este pedido do treinador, o jogador atende aos pedidos do banco e saca aquele que será provavelmente o golo mais monumental já visto nos CUL - um remate fortíssimo em pirueta, em suspensão dos 9 metros, a entrar na gaveta, provocando o espanto e a admiração de todos os presentes no pavilhão.
Para além destas incidências do jogo, destaque para a equipa de limpeza do terreno de jogo, com um incansável Ricardo que hoje passou a tarde à procura de papéis que afinal ainda estavam na nossa escola, e Vanda, excelsa presidente da ADESL, e algo fantástico dentro de uma algo verde-marinho e que instalou um silêncio sepulcral no nosso banco por alguns instantes.Destaque-se também este individuo da fotografia abaixo

porque conseguiu algo inédito na equipa: passou hoje pela segunda vez no túnel, apenas a pretexto do seu aniversário -
já agora, Parabéns! Como toda a gente que passou hoje pelo túnel teve direito a fotografia no blogue, o Calisto aparece, apesar de já ser repetente (
o primeiro repetente de túnel de sempre).
Agora, até daqui a oito dias, no sítio do costume. Ah, e antes disso, treinos.
Próximo jogo: AEIST vs AEISCTE, dia 10 Dez, 19h45, Pavilhão 1 do Estádio Universitário